"Como fica forte uma pessoa quando está segura de ser amada!" 

Sigmund Freud

Sobre mim

Tive a sorte de, no meu percurso, me cruzar com pessoas fantásticas, que me marcaram profissionalmente e pessoalmente. Com eles cresci, continuo a crescer, a aprender, a recriar e criar. Uso muitos os seus ensinamentos e não seria justo falar de mim, sem falar neles.

Falar sobre mim não parece tarefa fácil, principalmente para quem gosta mais de ouvir. Talvez esta consciência me ajude a entender o outro, na dificuldade que pode ser, entrar na minha sala, na sala de uma desconhecida e falar de si. Por onde começar, o que é importante ou irrelevante dizer, o que irá pensar de mim, conseguirá ajudar-me, não será isto um desperdício de tempo?
São inúmeras as questões que nos inundam o pensamento, neste primeiro encontro, cheio de medo e repleto de esperança.  
O meu primeiro esforço prende-se com este encontro, tentando garantir um lugar seguro e contentor que permita a partilha, o crescimento, a transformação e a inovação. 
 
Aprendi, com alguém que admiro muito, uma expressão, "É preciso esperançar Sara, sair do medo e ir para a esperança, mas uma esperança com ação, esperançar!" Ficarmos quietos à espera que as coisas mudem não é, por norma, a melhor solução, somos atores principais, ativos na nossa vida, podemos fazer, podemos transformar, podemos criar. Uma formadora, que tive quando estudava Terapia Familiar, usou uma expressão, que nunca esqueci, sobre um senhor que esperava que as coisas mudassem sem nada fazer, "está sentado na sala de espera da vida". E na verdade já Sigmund Freud dizia, "É escusado sonhar que se bebe; quando a sede aperta, é preciso acordar para beber". Este acordar, pode simplesmente começar por pedir ajuda.

Muitas vezes recebo a situação que me chega, em cinzas, mas tenho a plena convicção de que lá está a informação que precisamos, e desde logo começamos a trabalhar, de forma a que uma narrativa clara e compreensiva surja. Stephen Hawking disse "Se pular num buraco negro, a sua energia de massa vai 
retornar para o nosso universo, mas num formato distorcido (...). É como queimar uma enciclopédia. A informação não se perde, se guardarmos o fumo e as cinzas. Mas é difícil de ler".

Sou uma otimista por natureza, acredito no Amor, por nós e pelos outros. E é nesta relação terapêutica que o pensamento surge, trazendo a esperança e a ação, que aliada à segurança de que somos amados, de que somos capazes nos ajudam a transformar e a criar.

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Psicóloga Clínica / Terapeuta Familiar e de Casal;
Direção Clínica da Psykhé – Psicoterapia Psicanálise & Terapia Familiar;

Pós - Graduada em Terapia de Casal e Sexologia Clínica;
Especialista em Psicologia Clínica e da Saúde;
Especialista avançada em Psicoterapia e em Necessidades Educativas Especiais;
Membro efetivo da Ordem dos Psicólogos com cédula nº.: 7464

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Deixo aqui este desafio, vamos “esperançar”?